Um dos únicos fins de semana de sol deste mês e a mais velha fica com febre. Parece uma gripe, vamos ver. Hoje também ficou em casa. Talvez me dedique a isto...
February 4, 2013
February 3, 2013
January 31, 2013
Ontem fomos à aula da mais nova
Eu tinha visto isto e tentei fazer o mesmo.
No meio de 20 e tal crianças não tirei uma foto de jeito, nem de uma finalizada. Mas algumas ficaram bem giras. Eles desenharam olhos e coloriram as molas.
Depois o pai desenhou umas borboletas para eles pintarem.
E ela chegou a casa com este desenho lindo. Parece que deixou finalmente a timidez para o desenho ;)
January 29, 2013
Caramba (isto para não dizer pior)
Desculpem lá, mas aqui fica a lista de aparelhos eléctricos e não só que tivemos que arranjar ou trocar entre 2012/13
Exaustor
Máquina lavar roupa (2 vezes)
Fogão
Micro-ondas
Esquentador
Carro
TV
Exaustor
Máquina lavar roupa (2 vezes)
Fogão
Micro-ondas
Esquentador
Carro
TV
January 28, 2013
Super size them
As duas meninas crescem a olhos vistos. Vê-se não só na roupa como nas conversas. A mais velha no outro dia disse-me: "Já sei como é que se fazem os bebés." E eu pensei: Outra vez esta conversa!?!?!?!
E disse-lhe: Ai sabes? Quem tem disse?
Ela: Foi a B. (a filha de uns amigos nossos que é mais velha e que já está a dar o aparelho reprodutor na escola). Mas eu não posso contar a ninguém!
Eu (completamente noutra, a achar que era mais uma história de semente): Conta-me lá que eu não conto a ninguém.
E vai daí ela contou. E eu fiquei sem saber o que dizer. Não por ter grandes pudores, só por achar que ela é muito pequena para perceber aquilo. E fiquei calada. E mudei de conversa. E a verdade é que ela não voltou a tocar no asunto porque sinceramente acho que não tem maturidade para compreender a coisa. Menos mal. Mas a conversa vai voltar um dia do nada outra vez, disso posso ter a certeza.
E disse-lhe: Ai sabes? Quem tem disse?
Ela: Foi a B. (a filha de uns amigos nossos que é mais velha e que já está a dar o aparelho reprodutor na escola). Mas eu não posso contar a ninguém!
Eu (completamente noutra, a achar que era mais uma história de semente): Conta-me lá que eu não conto a ninguém.
E vai daí ela contou. E eu fiquei sem saber o que dizer. Não por ter grandes pudores, só por achar que ela é muito pequena para perceber aquilo. E fiquei calada. E mudei de conversa. E a verdade é que ela não voltou a tocar no asunto porque sinceramente acho que não tem maturidade para compreender a coisa. Menos mal. Mas a conversa vai voltar um dia do nada outra vez, disso posso ter a certeza.
January 26, 2013
Finalmente alguém que ouviu o que a mãe disse!
"Oito lições que a nossa mãe nos ensinou e que não aprendemos na escola" Aqui.
January 24, 2013
Calendário de eventos
E agora abre a época das comemorações até ao fim de Março:
- Carnaval (a mais velha não deixa isto passar em branco)
- São Valentim (Aniv. Namoro/ViverJuntos/Casamento. Concentramos tudo no mesmo dia porque perdemos a conta dos dias, mas foi tudo em Fevereiro)
- Aniv. de moi même
- Aniv. da sogra (que este ano está cá e tal como a neta não é menina para deixar a coisa passar despercebida)
- Aniv. da mais velha (Já houve tanta opção e organização pensadas pela própria e ainda vão haver tantas outras...)
Já para não falar dos anversários da cunhada e sobrinho que por estarem longe só têm direito a um telefonema.
- Carnaval (a mais velha não deixa isto passar em branco)
- São Valentim (Aniv. Namoro/ViverJuntos/Casamento. Concentramos tudo no mesmo dia porque perdemos a conta dos dias, mas foi tudo em Fevereiro)
- Aniv. de moi même
- Aniv. da sogra (que este ano está cá e tal como a neta não é menina para deixar a coisa passar despercebida)
- Aniv. da mais velha (Já houve tanta opção e organização pensadas pela própria e ainda vão haver tantas outras...)
Já para não falar dos anversários da cunhada e sobrinho que por estarem longe só têm direito a um telefonema.
January 23, 2013
12 anos depois
Nunca fui dada a carros, não conheço os modelos das marcas todas nem percebo nada de cilindradas ou de cavalos. Mas gosto de conduzir e gosto de chegar rápido aos sítios, por isso optei por ter carro em vez de andar de transportes.
Este foi o meu segundo Twingo, depois de uns bêbados me terem passado a ferro o anterior. Na altura comprei-o porque o outro já era e vivemos felizes os dois (eu e o carro), mais tarde os três e agora nos últimos tempos os quatro (eu, o carro e as duas meninas). Este carro era tão bom e tão espaçoso que até um cofre daqueles antigos altos consegui pôr lá dentro. (Depois para o tirar tive que chamar um empresa de mudanças, mas isso é outra história).
Só que nos últimos 2 anos o coitado tem dado mais despesa do que alegrias e chegou a hora dele. Para quem não liga nada a carros fiquei mais abalada do que devia. O novo é engraçado tem menos 10 anos do que este, mas estou na fase de não criar laços com ele. Preciso de tempo. Ou de juízo ;)
January 21, 2013
Fashion Nightmare
Hoje acordei sozinha. O pai estava no quarto delas a dormir ao lado da mais nova. Quando se levantaram perguntei-lhe porquê. Ele respondeu com voz de "ai que dor nas costas", que a coitada tinha tido um pesadelo e que acordou a chorar. Eu não ouvi NADA, e senti-me um bocadinho desnaturada.
Vai daí que para compensar a minha falta de ouvido lhe pergunto: Então, tiveste um sonho mau? Queres contar à mãe o que foi? E ela:
"Sim. Eu sonhei que o meu casaco fofinho (leia-se: cor-de-rosa) tinha mudado de cor e eu não queria. Estava azul escuro."
Deviam ver a cara do pai. Ahahahah! Dormiu mal a noite toda por causa de um pesadelo fashion!
E com isto só posso provar que as mães têm mesmo um sexto sentido e que só acordam quando o pesadelo merece a pena. ;)
Vai daí que para compensar a minha falta de ouvido lhe pergunto: Então, tiveste um sonho mau? Queres contar à mãe o que foi? E ela:
"Sim. Eu sonhei que o meu casaco fofinho (leia-se: cor-de-rosa) tinha mudado de cor e eu não queria. Estava azul escuro."
Deviam ver a cara do pai. Ahahahah! Dormiu mal a noite toda por causa de um pesadelo fashion!
E com isto só posso provar que as mães têm mesmo um sexto sentido e que só acordam quando o pesadelo merece a pena. ;)
January 18, 2013
Feminismos e afins
Ena pá, não sei bem o que pensar deste tipo de artigos. Até me sinto mal quando discordo deles, porque parece que estou a desprezar todas as mulheres que já tiveram de lutar pela nossa igualdade e por coisas que hoje damos por garantidas. Mas reivindicar o rosa?
Agora o que não percebo é esta atitude "ah não nos tratem de forma feminina" porque somos iguais. É aqui que discordo. Sim, somos iguais em direitos e deveres, mas acho que somos muito diferentes a outros níveis. E, sinceramente essa é a graça da vida. Ora para que é chatearem as marcas que fazem coisas brilhantes e cor de rosa? Se não gostam não compram, levam o cinzento para casa e ninguém se chateia. Se não gostam de compras também está tudo bem, mas há quem goste e é assim a vida, feita de diversidades. Mas a verdade é que se as marcas continuam a fazê-lo é porque vendem. E aí entram os argumentos de que só vendem porque as meninas são educadas no mundo rosa e que depois não querem outra coisa. Ora aí é que acho que estão a menosprezar a nossa inteligência. E porque é que o rosa não pode conviver com inteligência e neurónios?
Fruto da luta que houve durante anos pela igualdade das mulheres, houve sempre a ideia de que uma mulher tinha que ser igual ao homem no trabalho, na atitude, para provar que era realmente igual e capaz. Isto foi verdade e eu sei que ainda o é em muitas situações. Mas também acho que devíamos evoluir agora para outro estágio. Uma mulher pode mandar, ser chefe, ser válida mas ser feminina também.
Tenho a prova em casa de que o rosa às vezes já vem no ADN das pessoas. Antes de ter filhas eu era completamente anti-rosa. Achava piroso, fútil e chato. Até pintei o quarto dela de azul. Desde cedo, o rosa, os brilhantes e purpurinas lhe provocaram um efeito hipnotizante. A miúda gosta, é super feminina. Sou mãe e logo suspeita, mas não a acho parva. É por estas e por outras que achei tanta graça a um filme fútil de tarde de domingo que vi à uns anos: o Legally Blond. Apesar de ser um filme despretensiosamente comercial queria passar a massagem de que cada um é como é, mais ou menos produzido, e não é por isso que é burro ou incapaz.
Fui educada em Portugal, com esta nossa visãozinha destorcida cristã, numa cidade pequena onde andar "produzido" era sinal de vaidade, de nariz empinado, de futilidade e provocação. Ora que mal é que tem alguém gostar de se sentir bem consigo mesmo?
Sei lá, só não percebo esta corrente... principalmente quando há tantos outros problemas gravíssimos e horríveis no mundo relacionados com o sexo feminino que me fazem parecer esta, uma causa muito fútil.
Agora o que não percebo é esta atitude "ah não nos tratem de forma feminina" porque somos iguais. É aqui que discordo. Sim, somos iguais em direitos e deveres, mas acho que somos muito diferentes a outros níveis. E, sinceramente essa é a graça da vida. Ora para que é chatearem as marcas que fazem coisas brilhantes e cor de rosa? Se não gostam não compram, levam o cinzento para casa e ninguém se chateia. Se não gostam de compras também está tudo bem, mas há quem goste e é assim a vida, feita de diversidades. Mas a verdade é que se as marcas continuam a fazê-lo é porque vendem. E aí entram os argumentos de que só vendem porque as meninas são educadas no mundo rosa e que depois não querem outra coisa. Ora aí é que acho que estão a menosprezar a nossa inteligência. E porque é que o rosa não pode conviver com inteligência e neurónios?
Fruto da luta que houve durante anos pela igualdade das mulheres, houve sempre a ideia de que uma mulher tinha que ser igual ao homem no trabalho, na atitude, para provar que era realmente igual e capaz. Isto foi verdade e eu sei que ainda o é em muitas situações. Mas também acho que devíamos evoluir agora para outro estágio. Uma mulher pode mandar, ser chefe, ser válida mas ser feminina também.
Tenho a prova em casa de que o rosa às vezes já vem no ADN das pessoas. Antes de ter filhas eu era completamente anti-rosa. Achava piroso, fútil e chato. Até pintei o quarto dela de azul. Desde cedo, o rosa, os brilhantes e purpurinas lhe provocaram um efeito hipnotizante. A miúda gosta, é super feminina. Sou mãe e logo suspeita, mas não a acho parva. É por estas e por outras que achei tanta graça a um filme fútil de tarde de domingo que vi à uns anos: o Legally Blond. Apesar de ser um filme despretensiosamente comercial queria passar a massagem de que cada um é como é, mais ou menos produzido, e não é por isso que é burro ou incapaz.
Fui educada em Portugal, com esta nossa visãozinha destorcida cristã, numa cidade pequena onde andar "produzido" era sinal de vaidade, de nariz empinado, de futilidade e provocação. Ora que mal é que tem alguém gostar de se sentir bem consigo mesmo?
Sei lá, só não percebo esta corrente... principalmente quando há tantos outros problemas gravíssimos e horríveis no mundo relacionados com o sexo feminino que me fazem parecer esta, uma causa muito fútil.
January 16, 2013
Novas gerações
Pai: Dá-me mais um beijinho.
Mais nova: Não poxo.
Eu: Porquê?
Ela: Porque a minha bateria de beijinhos está a acabar. Agora tenho de ficar um bocadinho sem dar beijinhos para carregar.
Mais nova: Não poxo.
Eu: Porquê?
Ela: Porque a minha bateria de beijinhos está a acabar. Agora tenho de ficar um bocadinho sem dar beijinhos para carregar.
January 15, 2013
Xiça penico!
Há uns dias, eu e o pai desta família adormecemos no sofá enquanto tentávamos ver TV. Eu capotei em segundos e ele bem mais tarde. De repente, acordei com o coração na boca com ele a gritra: "O que estás a fazer aqui?"
Era a mais nova. Tem o hábito de se levantar quando precisa de alguma coisa e depois aparece-nos na sala ou fica à porta a olhar, em silêncio. Excusado será dizer que já apanhei vários cagaços (não, não há outro nome para o que eu apanho). Desta vez foi o pai. Ela ficou ao nosso lado, sentada a ver TV, caladinha. Por sorte ele estava a ver um documentário sobre vulcões (porque será que adormeceu? ;) e não um filme daqueles violentos.
Ele lá a levou para a cama e ela adormeceu. Não percebemos bem o que queria. Se calhar é fã de vulcões e não sabíamos.
Esta noite, estou eu na cama e acordo. No meio do escuro vejo um vulto a olhar para mim. (CARAMBA!) Logo eu que não vejo filmes de terror porque sou uma maricas! Era ela: "Tenho xixi".
"Então vai fazer!" E ela lá foi, no escuro. Sentou-se, fez e depois ficou à espera que eu lá fosse. No escuro. Esta minha filha tem nervos de aço. E depois volta para a cama e dorme.
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