Hoje acordei e pensei: vou arrumar os papéis porque deixo sempre tudo numa caixa e depois aproxima-se a entrega do IRS e é um stress.
Resumo: o stress foi antecipado 4 meses.
Que seeeeeeecaaaaaaa!
October 18, 2012
October 17, 2012
Come a sopa toda sff
Uma das desvantagens de ser criança hoje em dia e de não se brincar na rua com todos os meninos do bairro/cidade/vila é eles ficarem com uma falta de noção de "desenrrascanço" e outra é de que nem todos vivem de forma igual. E o que eu tento explicar isso às minhas filhas.
Não porque ache que as pobres das miúdas devam ser confrontadas com a dura realidade, mas para perceberem que a vida é assim mesmo. (E, um bocadinho também, para pararem de reclamar da minha sopa e de terem peixe à refeição em vez de carne. Que uma mãe tem limites na paciência)
Mas é difícil. O discurso "há meninos que não têm o que comer" soa-lhes tão tonto como soava a nós quando o ouvíamos. "Oh mãe, mas não comem peixe, não é? Que sorte". Obviamente que eles têm tempo para perceber estas coisas todas, mas acho que lhes falta um bocadinho de noção mesmo.
Lembro-me de ir para a escola a pé ou de carro se estivesse a chover e de ver colegas que chegavam com os pais de de mota e outros de carroça (não sou assim tão velha, mas era uma cidade pequena e havia quem fosse de carroça sim). E só isso nos dava uma lição tão clara de que ir de carro quando estava a chover era uma sorte tão grande.
Pergunto-me se esta falta de conhecimento é boa ou má a longo prazo. Há uns anos li um artigo do Dr. Daniel Sampaio que contava que quando tirou os filhos, já adolescentes, de uma escola privada para uma escola pública, que eles acharam imensa piada a terem deixado de ser dos mais pobres da escola (privada) para serem dos mais ricos (na escola pública). Irónico, não é?
Não porque ache que as pobres das miúdas devam ser confrontadas com a dura realidade, mas para perceberem que a vida é assim mesmo. (E, um bocadinho também, para pararem de reclamar da minha sopa e de terem peixe à refeição em vez de carne. Que uma mãe tem limites na paciência)
Mas é difícil. O discurso "há meninos que não têm o que comer" soa-lhes tão tonto como soava a nós quando o ouvíamos. "Oh mãe, mas não comem peixe, não é? Que sorte". Obviamente que eles têm tempo para perceber estas coisas todas, mas acho que lhes falta um bocadinho de noção mesmo.
Lembro-me de ir para a escola a pé ou de carro se estivesse a chover e de ver colegas que chegavam com os pais de de mota e outros de carroça (não sou assim tão velha, mas era uma cidade pequena e havia quem fosse de carroça sim). E só isso nos dava uma lição tão clara de que ir de carro quando estava a chover era uma sorte tão grande.
Pergunto-me se esta falta de conhecimento é boa ou má a longo prazo. Há uns anos li um artigo do Dr. Daniel Sampaio que contava que quando tirou os filhos, já adolescentes, de uma escola privada para uma escola pública, que eles acharam imensa piada a terem deixado de ser dos mais pobres da escola (privada) para serem dos mais ricos (na escola pública). Irónico, não é?
October 16, 2012
É só escolher :)
A mais velha: Ai que algarvia que tu estás a falar!
A mais nova: Não! Eu xou bazileira!
A mais nova: Não! Eu xou bazileira!
October 15, 2012
Ufa que é segunda outra vez.
Mais uma semana depois de um fim de semana "fast and furious". Foi giro estarmos com muita gente diferente, estarmos em muitos sítios, mas na verdade foram muitos programas. Sabem aqueles dias em que não temos nada para fazer e outros em que parece que tudo acontece? Foi assim o nosso fim de semana, mas estamos todos cansados...
October 12, 2012
Hoje de manhã
Depois do almoço a mais pequena deu um arroto.
"Mãe, foi o meu xérebro que me mandou dar um arroto"
"Mãe, foi o meu xérebro que me mandou dar um arroto"
Não é que não saiba
A mais velha estava a contar à tia que letra estava a dar na escola.
- Estou a dar o i, tia. i de ga-lo. (pequena pausa) Quer dizer, de ga-li!
(Isto resume bem a peça. Há tanta coisa importante no mundo, porquê estar a perder tempo com isto que até já sei mas sobre a qual não me apetece falar)
- Estou a dar o i, tia. i de ga-lo. (pequena pausa) Quer dizer, de ga-li!
(Isto resume bem a peça. Há tanta coisa importante no mundo, porquê estar a perder tempo com isto que até já sei mas sobre a qual não me apetece falar)
October 11, 2012
Achaques da mãe
Desde que tive de retirar o leite e tudo o que tenha lacticínios da minha alimentação, sou uma mulher mais feliz, pelo menos fisicamente. E de tudo o que tive de rejeitar: queijos, gelados, sobremesas, molhos, bolos...só uma coisa me deixa completamente saudosa: o Cérelac. O que eu gosto daquilo. Desde miúda que sempre adorei. Não era o Nestum, não eram os outros, é só o Cérelac. Chuiff...
Achaques da filha
Com o Outono, começam os achaques da mais nova: tosse, comichões na pele. E hoje de manhã ela acordou com comichão:
- Mãe, estou cheia de comichão.
- Então vamos pôr o creme para isso passar.
- Não mãe, deixa-me continuar a comichar.*
*(Trad: coçar)
October 10, 2012
October 9, 2012
Constatações
A mais velha: Mãe, sabes porque é que o Ruca nunca vai ter piolhos? Porque ele não tem cabelo! E não vai poder haver um programa chamado: Ruca tem piolhos...
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A mais nova (a comprar pão com a tia).
Sra. do pão: Quer o pão bem cozido ou mal cozido?
Ela: O meu é mal cozido, porque depois eu gosto dele torrado.
October 8, 2012
Géneros
O pai para a mais nova.
Pai: É o meu tesouro.
Ela: Pai, eu sou uma menina! Eu sou a tua tesoura!
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